domingo, 10 de outubro de 2010

Você me diz que é um monstro.
Que não presta e não merece.
Eu conheci monstros, de todas as espécies.
Alguns discretos outros nem tanto
mas no fundo todos eram iguais
não se importavam em machucar seja quem fosse.
Eu cresci em meio de monstros, sei reconhece-los a distância
Sem escrúpulos, sem piedade ou princípios
Eu conheço tão bem um que até poderia se-lo
Você me diz que não merece perdão, apesar de pedi-lo
Eu sei a sua razão para errar
e sei a minha para lhe perdoar.
Você não é um monstro.
Você não passa de uma brisa,delicada que toca meu rosto pela manhã
e quem seria eu, para não perdoar a brisa que me faz sorrir ao acordar?

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